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Perdas no Contexto da Violência Doméstica: um luto complexo
Por Nazaré Jacobucci “Tento esquecer o medo do presente, superar os traumas que sofri e enfrentar o mundo sem você” (Nijair Araújo Pinto) A violência contra mulheres possui números alarmantes ao redor do mundo e, a cada ano vai tomando proporções estratosféricas. As mortes violentas por razões de gênero são um fenômeno global e vitimizam mulheres todos os dias, como

“Quem quase morre, ainda vive; quem quase vive já morreu” – parte II
Por Denice Santiago Em nossa última conversa falamos sobre dois tipos de violência contra mulher elencadas na Lei Maria da Penha, a física e a moral, violências que impactam o corpo e o patrimônio de nós mulheres, mas, infelizmente não resumem o total de violências que sofremos. Neste texto trago mais três dos tipos que o artigo 7º da Lei

“Quem quase morre, ainda vive; quem quase vive já morreu” – parte I
Por Denice Santiago Carlos Drumond de Andrade em seu poema “Quase” nos fala muito sobre muitas coisas. Traz em um texto forte e doce que fala sobre o amor, fala sobre as relações que vivemos com este amor, fala sobre escolhas. O poeta constrói uma discussão sobre sermos e estarmos no controle de nossas vidas, de nossas escolhas em diversos

Dia do IDOSO. Pra quê?
Por Manuela Barral No dia 1º de outubro em todo o mundo é celebrado o dia do idoso. Essa data, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1990, e no Brasil, pela Lei nº 11.433/2006, sugere que eventos e homenagens sejam realizados a fim de sensibilizar a população a essa fase da vida. Nessa data, também, em 2003 foi

Suicídio: quando a desesperança se instala
Por Célia Maria Ferreira da Silva Teixeira O suicídio representa um ato impulsivo e violento. Trata-se de um fenômeno multifatorial que ocorre em todas as regiões do mundo. Portanto, é um fenômeno universal, que acontece desde os primórdios da humanidade. É reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde pública em função de sua magnitude, sua

Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados
Por Sandra Rodrigues de Oliveira “Aonde está você agora além de aqui, dentro de mim?” O ano era 2006, e eu, com apenas 3 anos de formada, havia acabado de ser aceita como aluna de Mestrado na PUC-Rio. Estava decidida e muito entusiasmada para iniciar meus estudos sobre luto por desaparecimento, mas também temerosa por saber que esse era um